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O QUE A MORTE TEM A NOS ENSINAR


Diz a sabedoria popular que ninguém fica para semente e também que, na vida, só não se tem jeito para a morte. Essas máximas, simples e diretas, demonstram a nossa total consciência da finitude humana e da inexorabilidade do fato de que, cedo ou tarde, todos nós deixaremos esse mundo, todos nós "morreremos".


Mas, mesmo convivendo com essa certeza desde da aurora de nossa história, a maioria das pessoas ainda sabe muito pouco sobre o que ocorre após o momento fatídico em que a vida deixa o corpo. E talvez seja exatamente pelo fato de se saber que um dia chegará a nossa hora e, ao mesmo tempo, haver tantas incertezas sobre o que realmente vai acontecer depois, que a morte ainda assuste tanto a tantos, fazendo com que não queiram nem falar no tema, fazendo com que esse assunto se torne uma espécie de tabu para muitos.

Que isso ocorra com quem não liga para as coisas do Espírito, com aqueles que se dizem materialistas - de fato ou não - é até compreensível. Pois cada um tem suas opções, sua forma de ver. E isso inclui também a opção de NÃO crer ou de NÃO querer ver ou nem querer falar sobre o assunto.

Porém, é de causar certa estranheza perceber que, em meio aos que temem e se assustam com a perspectiva da morte do corpo, encontram-se várias pessoas de crenças espiritualistas! Esses, ao menos em teoria, deveriam ter mais conhecimentos sobre o "além-túmulo" e, por isso, lidar de maneira mais tranquila com esse aspecto corriqueiro da vida, mas, ao invés disso, ainda se mostram desconfortáveis quando o assunto é a "morte".


Um umbandista, por sua crença e pelas orientações que recebe, deve encarar a morte como algo natural e parte do processo evolutivo de todos os seres.


Isso não quer dizer que, por sermos da Umbanda, tenhamos de ser "frios" sobre esse assunto. Mas sim que, por sabermos que a morte do corpo físico é só mais uma etapa, devemos estar preparados para aceitá-la de forma pacífica.


Nossas Entidades nos explicam o que há no além-túmulo e nos dão provas de que a vida continua depois que se fecha o caixão! Nos lembram a cada gira e sessão de que devemos viver e aprender com a vida em cada momento. Nos exortam a nos desapegarmos das coisas materiais e, entre essas, o corpo – o nosso e daqueles que amamos! Temos que ter certeza de que o que de verdade importa não morre com o fim da vida material, mas segue no caminho evolutivo.


Por isso, é imprescindível que nos acostumemos a olhar a morte como um passo a mais na longa caminhada da evolução. E todos os seus “impactos” naqueles que ficam como mais uma oportunidade de aprendizado para a vida!


A morte nos iguala. Todos – de todas as classes, cores, orientações, etc. – são iguais no momento do desenlace. Eis um dos grandes aprendizados! Aquilo que se teve na matéria, seja o corpo, a casa, o dinheiro, os títulos, nada disso faz diferença “do outro lado”. Lá, apenas o que se fez conta. A forma como você usou essa oportunidade de evolução, como você conduziu sua vida.


E a nossa Umbanda é a escola da vida. Com isso, voltamos a nossa crença e às orientações que nossas Entidades incansavelmente repetem: ser caridoso, ver além do material, ser paciente, tratar a todos com respeito, etc. Enfim, em nossa escola aprendemos que devemos viver de forma digna, consciente de nossos atos e de suas consequências. Temos toda a orientação necessária para sabermos que a morte nada mais é do que um breve até logo e que o que vale, de verdade, é a VIDA! Que deve ser repleta de aprendizado e – como nos mostram as Crianças – também de alegrias! Por isso, devemos celebrá-la todos os dias!


Salve a Umbanda!

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