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SOBRE O CARNAVAL

O Carnaval teve sua origem há muitos anos em festividades “pagãs” que comemoravam as boas colheitas e homenageavam os deuses. Em dado momento, recebeu influência Católica e ficou marcado por ser o período imediatamente anterior à Quaresma, tempo de reflexão espiritual e penitências. Assim, visto como “oposição” à Quaresma, seus festejos ganharam um sentido “mundano”; de despedida das coisas materiais, das coisas “da carne”.


Numa festa na qual se celebrava a liberdade, a abundância e “despedida” dos prazeres carnais (pelo menos, pelos próximos 40 dias!) a tendência a excessos estava – e ainda está – bastante presente! Fazendo com que excessos de euforia, de libertinagem, de abuso do sexo, do uso de álcool e outros alucinógenos, etc., passassem a ser características marcantes do Carnaval.

Considerando-se tais informações, pode-se dizer que o período do Carnaval em si, a sua celebração, não é negativa, perigosa ou espiritualmente desequilibrada. Pelo contrário: muitos têm o carnaval como um período extremamente positivo: há a senhora que hoje desfila de baiana e começou na ala-mirim da escola, o camelô que consegue colocar comida na mesa com menos esforço, o artista plástico que vê sua arte na avenida, o compositor que ouve as pessoas cantando seu samba e muitos outros para quem o Carnaval é marcado principalmente por alegria, paixão, trabalho.


Infelizmente, o que torna esse período “propício” à atuação do lado negativo são os EXCESSOS nele cometidos: com um número muito grande de pessoas mais focadas – e muitas de forma excessiva! – nos assuntos da carne e nos prazeres imediatos – energias mais densas –, há um aumento de formas-pensamento ligadas a esses assuntos. O ambiente espiritual se torna, com isso, mais “carregado” dessas energias, tornando-se mais propenso à atuação de seres que não militam na Luz, que se identificam com esse tipo de energia.


Porém, brincar o Carnaval, aproveitar as folias e curtir os prazeres da carne, SEM EXCESSOS e com responsabilidade – como em tudo!, – não é “pecado”. Pelo contrário, é salutar desde que coloquemos em prática a velha regra de ouro: “orai e vigiai”. Assim, oremos para nos manter conectados com a Luz e vigiemos para evitar os excessos!


Bom Carnaval!

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